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Hacks do Kinect podem não ser viáveis para o consumidor final

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Acho que qualquer leitor do Tecnoblog que acompanhe minha coluna aqui deve saber qual é a minha opinião sobre o Kinect (e, por extensão, do Playstation Move): não acho que esse tipo de paradigma —gaming usando interface de captura de movimentos — é o futuro da indústria.

Apesar disso, tenho que ser (ao menos tentar ser) imparcial. O Kinect é um periférico relativamente novo, tendo sido lançado há apenas 3 meses e, por isso mesmo, ainda não foi plenamente aproveitado por software que faça uso do potencial do aparelho.

O que é perfeitamente comum, diga-se de passagem. Nenhum console começa a ver seus títulos “AAA” em apenas alguns meses de existência. Jogos que espremam o hardware de um console (ou, como é mais o caso do Kinect, que usem o método de interface por movimento de forma criativa e bem amarrada) demoram um pouco para aparecer.

Em parte por esse vácuo de utilidades oficiais para o aparelho, e em parte pela facilidade de interfaceá-lo com um computador Windows (o driver open source para usar o Kinect apareceu menos de uma semana após o lançamento do console), existe uma pequena comunidade de hackers que comprou o Kinect, ao que parece, especialmente para brincar com o potencial “alternativo” do aparelho.

E novas capacidades para o Kinect parecem surgir toda semana. Já usaram o Kinect pra jogar Super Mario Bros (um link que eu recebi incontáveis vezes no Twitter, o que é compreensível, já que ele combina um jogo que eu adoro com um aparelho pelo qual não morro de amores), para controlar uma TV, para dar olhos a um robô, e até mesmo para ficar invisível no melhor estilo Predador.

É incrível que um bando de desocupados (que não são pagos para explorar o aparelho da forma como desenvolvedores de jogos são) conseguiu, em poucos meses, bolar tantas funções interessantes para o Kinect, não é mesmo? Para a sua conveniência, aqui está um vídeo que reúne os melhores hacks do Kinect até agora.


(YouTube)

Às vezes me pergunto quantas dessas funções foram previstas pelos desenvolvedores da Microsoft e quantas os fizeram dizer “Como é que não pensamos nisso?”. Talvez nunca cheguemos a saber, mas uma coisa é óbvia: a tecnologia por trás do Kinect é extremamente versátil e pode ser capaz de aumentar a forma como interagimos com os games de maneiras impensáveis há meros meses atrás.

Ou não. Permita-me apresentar-lhe Johnny Chung Lee, um hacker que há alguns anos inventou um monte de usos criativos e impressionantes para o WiiMote. Lembro que na época esses vídeos eram repassados em redes sociais com entusiasmo por gamers que imaginavam o potencial dos futuros jogos para o Wii caso estas gambiarras do Lee se tornassem aplicações oficiais.

WiiMote: DNA do Kinect

Os insights do Lee se tornam mais impressionantes quando os vemos no contexto atual. Este experimento dele, por exemplo, é essencialmente um protótipo rudimentar do próprio Kinect. Não é à toa que o hacker foi contratado pela Microsoft e colocado no time que desenvolveu esse produto.

Meu ponto é que embora houvesse várias aplicações não oficiais para o WiiMote (uma delas que carrega visivelmente o DNA do Kinect), o Wii nunca realmente se beneficiou de nenhum desses hacks.

Nada daquilo foi incorporado ao funcionamento do console. Os jogos do Wii continuam, em sua esmagadora maioria, usando a tecnologia do WiiMote da mesma forma como ela foi concebida. Ou seja, mova o controle de um lado para o outro e aponte para tela de vez em quando. Os esforços dos hackers para adaptar o hardware para outros usos foram completamente ignorados pela Nintendo.

O próprio Lee saiu da Microsoft e arrumou um emprego no Google. Considerando que o trabalho dele com WiiMotes e desenvolvimento do Kinect não tem muitos pontos de interseção com produtos da gigante de buscas — limitar o Google às buscas é muito 2004, né? —, parece-me acertado supor que o hacker finalizou seu trabalho nessa área e partiu em busca de outros desafios.

É por isso que eu não consigo me empolgar — como alguns de meus colegas gamers se empolgam — com vídeos no YouTube mostrando funções incríveis para o Kinect. A história nos mostrou que uso alternativo da tecnologia de consoles não costuma chegar às prateleiras.

E é compreensível: só porque você pode fazer algo, não significa que você deve. Prova de conceito não é nada sem usabilidade viável para o consumidor comum.

Você acha que essas mil gambiarras pro Kinect moldarão a forma como você jogará videogame no futuro?

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Emagrecendo com os videogames

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Como vocês sabem, eu moro no Canadá. Neste mês de dezembro, meu novo (ou já não tão novo assim) lar e a terra-mãe Brasil encontram-se em períodos climáticos diametralmente opostos – enquanto vocês se deliciam (ou amargam, dependendo da pessoa) do verão tropical, aqui em cima a paisagem lembra o planeta congelado de Hoth, em “O Império Contra-Ataca”.

Infelizmente com menos AT-ATs

Infelizmente com menos AT-ATs

Apesar da diferença extrema de condições climáticas, uma preocupação é a mesma nesse fim de ano: perder a barriguinha. Aqui, o inverno é o tiro de largada para que a população com bagagem adiposa entre em dietas e em rotinas espartanas de exercícios, visando chegar no verão exibindo corpos mais esbeltos. Enquanto isso, no Brasil, fazemos jus à nossa fama de não deixar para amanhã o que podemos fazer depois de amanhã e deixamos para última hora a tarefa de perder peso.

Existiram algumas tentativas de usar os games para facilitar e tornar um pouco mais atraente a tarefa infeliz de perder peso. E o fenômeno não é tão recente quanto você deve estar imaginando. Quem lembra da Power Pad?

Parece um tapete de dança, não muito diferente dos acessórios para jogos como Pump It Up e Dance Dance Revolution. Entretanto, a aplicação do Power Pad era mais voltada para simulação de exercícios físicos. O nome original do aparelho deixa isso bastante aparente: o Power Pad era inicialmente chamado de Family Fun Fitness. Em 1988 a Nintendo relançou o aparelho, dessa vez com o nome pelo qual ele é mais conhecido atualmente.

Só foram lançados 11 jogos que utilizavam o Power Pad, e boa parte deles era de jogos esportivos. Athletic World, Stadium Events, Dance Aerobics, Jogging Race eram alguns deles.

Um fato relativamente obscuro sobre jogos de fitness é que eles existiram até mesmo para portáteis. Você já ouviu falar do My Weight Loss Coach?

Quando o Nintendo DS se consagrou como uma plataforma casual, habitando os bolsos de pessoas que não eram exatamente fissuradas em games, uma grande variedade de “não-jogos” começou a sair para o console. Os títulos variavam de dicionários, livros de receitas e programas de auto-ajuda contra tabagismo. E eventualmente criaram um “jogo” de fitness para ele também.

O My Weight Loss Coach é da série “My Coach”, da Ubisoft, de jogos que não são realmente jogos – são na verdade apps para o DS. O jogo acompanha um contador de passos e objetivos diários que você “destrava” prendendo o tal marcador na roupa e indo dar uma voltinha pelo bairro. Assim como muitos outros equipamentos de fitness ao redor do planeta, usei o My Weight Loss Coach por aproximadamente uma semana, e depois disso ele foi abandonado numa caixa no porão da casa.

O Wii Fit nasceu com propósito similar. Existe uma miríade de “jogos” de fitness para o acessório; e tanto o Kinect quanto o Playstation Move já têm seu próprio catálogo de aplicações similares.

Por minha própria experiência e relatos de amigos que também tentaram esse tipo de coisa, a ideia de unir a diversão dos games eletrônicos com a necessidade de se exercitar, embora soe elegante e praticamente  infalível no papel, tem uma performance medíocre no mundo real. Se você coloca uma pequena pitada de algo detestável em algo que você adora (digamos, uma colher de sal numa tigela de sorvete), o intragável sempre sobrepujará o agradável. E ninguém realmente gosta de se exercitar.

Usem os comentários para relatar suas experiências em perder peso usando videogames, seja se equilibrando em cima do Wii Fit ou se envergonhando na frente duma máquina de Pump It Up. Quero acreditar que games podem ser capazes de promover bons resultados de perda de peso, mas por enquanto eu continuo crendo que a única forma em que um Nintendo DS participará de sua rotina de exercícios é se você leva-lo na mochila para jogar Super Scribblenauts no ônibus voltando da academia.

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TB Retrô: Os artigos mais interessantes de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Falta pouco para encerrarmos esse ano de 2010, mas ainda há tempo para rever quais foram os assuntos que mais chamaram a atenção de nossos colunistas e autores convidados durante esse ano. Seguindo a série especial TB Retrô, hoje a 7gente publica aqueles artigos de opinião e as participações especiais (chique, não?) que mais chamaram a atenção em 2010.

São análises perturbadoras, opiniões contextualizadas e muito mais, que nós tivemos o prazer de publicar. Porque para o TB não basta dar a notícia, mas também aprofundá-la, oferecer opinião, tudo com muito bom humor, a nossa marca registrada! E desde já: obrigado a todos aqueles que passaram por aqui em 2010, com suas palavras interessantes. Sem dúvida nenhuma foi um prazer particular editar e publicar posts tão interessantes.

Abaixo você confere a lista dos 10 artigos mais interessantes de 2010, com um breve comentário ou destaque abaixo do título. E não custa lembrar que a discussão continua nesses posts, portanto você está mais do que convidado a entrar nos artigos para dar a sua opinião sobre os assuntos. Combinado?

1. Brasil e o complexo de vira-lata, por Bia Kunze

Indignada com o atraso na chegada de novos produtos ao Brasil, a Bia Kunze criticou duramente o complexo de vira-lata dos brasileiros. “A culpa é de nós mesmos. Enquanto continuarmos com nosso célebre complexo de vira-lata, continuaremos a ser tratados como refugo do mundo. Nós podemos sim, e devemos exigir melhor tratamento”, escreveu. O que é bem verdade, basta ver a demora para o iPad chegar aqui no país. O mesmo vale para o Windows Phone 7, entre tantos outros produtos.

Leia mais | Todas as colunas da Bia Kunze

2. Conteúdo de qualidade custa caro, por Tiago Dória

Tiago Dória pontua que a internet já tem 2 bilhões de usuários, uma massa gigantesca de pessoas em busca de conteúdo de qualidade. A questão é como financiar esse conteúdo, visto que boa parte das pessoas não tem interesse em pagar pela informação. “Para fazer um bom jornalismo digital é necessário reunir bons articulistas e infografistas, programadores, especialistas em base de dados e em mobile, APIs. Enfim, material humano caro e que não se encontra em qualquer esquina. Não é à toa que os jornais bem posicionados na rede são justamente os que têm melhor orçamento, como New York Times e Guardian.”

3. Como fazer um vlog de sucesso, por Felipe Neto

O polêmico Felipe Neto, vlogueiro que recentemente adentrou na TV por assinatura, comentou como é ter um vlog de sucesso. Ele foi taxativo: “O único fato absoluto que tenho em mente é que, quanto mais você pensar ‘quero fazer sucesso’, menores serão as suas chances.”

4. Oh, ainda não é a hora da TV 3D, por Henrique Martin

Também falando sobre conteúdo, Henrique Martin comentou a demora para a televisão 3D decolar. De acordo com ele, “apesar de emissoras estarem testando em todo o mundo – e aqui, Globo e Band – tecnologias de captura em 3D, não acredito, a curto prazo, que veremos o Jornal Nacional em 3D. Talvez a Copa do Mundo mude algo (torço por jogos 3D ao vivo nos cinemas), mas ainda é muito cedo mesmo.” Será que em 2011 a TV 3D vai finalmente pegar?

5. Controle seu e-mail e volte a sorrir, por Marco Gomes

Ele chama a si mesmo de interneteiro profissional. Marco Gomes, o cofundador da boo-box, recebe uma porção de novos e-mails (cerca de 100) diariamente. Para lidar com esse volume de mensagens ele adotou uma técnica bastante interessante, que não teve receio de explicar em um post sobre o assunto. Se ele dominou a Inbox dele, você também consegue. Estamos torcendo!

6. Serviços do Google: de graça, mas nem tanto, por Bia Kunze

“Prefiro mais privacidade, segurança, e suporte prontamente disponível caso eu precise.” Essa é a opinião da Bia Kunze quando o assunto é usar serviços gratuitos para fins de trabalho. Segundo ela, vale mais a pena pagar por um serviço, só para não correr o risco de ele sair do ar sem a menor explicação. E ela está certa: ganhar dinheiro demanda investimento, até mesmo nesses casos mais simples.

7. Quanto custa ser um desenvolvedor para iPhone, por Renato Pessanha

Renato Pessanha cria aplicativos para iPhone OS. O cara entende tudo do assunto, e ajudou os leitores do TB que desejam começar a desenvolver para a plataforma da Apple. Pelos cálculos dele, um programador tem que investir entre R$ 10 mil e R$ 19 mil para ter os equipamentos e cursos necessários para se tornar um bom programador de aplicativos. Uma quantia razoável.

8. Removendo a quarta parede nos videogames, por Izzy Nobre

Depois de apelar para melhorias consecutivas em seus gráficos, agora as fabricantes de videogames apostam em acessórios que tornem a experiência de jogar mais real. Mas Izzy Nobre acredita que outro caminho seria ainda mais interessante: o da verdadeira imersão do jogador dentro do game. “Borrar a linha que separa os dois, não através de gráficos realistas, mas talvez utilizando estímulos sutis do mundo real para criar manifestações no mundo do jogo” é o futuro, segundo ele.

Leia mais | Todas as colunas do Izzy Nobre

9. Dezena de jogos para Linux, por Paulo Graveheart

O Windows sempre foi sinônimo de ambiente ideal para desfrutar o máximo dos jogos (desconsiderando os consoles, claro). Entretanto, o Linux também tem diversos títulos que garantem a jogatina dos apaixonados por esse sistema de código aberto, livre e gratuito. Apaixonados como o Paulo Graveheart, que falou sobre um site que lista dezenas de jogos para Linux.

10. Kinect e PS Move estão fadados ao mesmo fim do Wii, por Izzy Nobre

De olho nos recentes lançamento da Sony e da Microsoft, Izzy Nobre escreveu uma coluna na qual afirma claramente que o PS Move e o Kinect sofrerão do mesmo mal do Wii: são formas de interagir com os jogos que sairão de moda, em detrimento de alguma outra coisa. “O público cansou [do Wii]“, ele escreveu.

E se você tem ideias de artigos, assuntos, temáticas ou o que quer que seja, não deixe de comentar nesse post. A gente costuma fazer o possível para abordar aqueles tópicos que mais interessam nossos leitores. É a melhor forma de manter a discussão de alto nível que estamos acostumados a ver aqui nesse humilde blog!

TB Retrô é a série especial com os melhores posts de 2010:

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TB Retrô: Os gadgets que marcaram 2010

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

O ano de 2010 foi um ano cheio de gadgets. Como qualquer outro, uma grande parcela deles foi anunciada já em janeiro, durante a maior feira de eletrônicos do mundo, a CES. Mas o resto do ano também teve sua parcela de aparelhos bacanas. Pensando neles, fiz uma pesquisa pelas 30 páginas de arquivos de gadgets do TB para trazer para você os eletrônicos que de alguma forma se destacaram ao longo do ano, variando entre os estupidamente simples até os simplesmente estúpidos.

Sem mais delongas, eis aqui a lista dos 10 gadgets que marcaram o ano, de forma boa ou ruim, organizados por ordem cronológica. Ou quase isso.

1. iPad

Apesar de ser chamado de um um mero “iPod Touch grande” pela maioria dos odiadores, é inegável que o iPad trouxe uma nova vida para o setor de tablets. Os fabricantes viram uma nova oportunidade de investir nesse form factor e agora o mercado está inundado deles. Não acho que Apple trouxe alguma grande e surpreendente inovação ao lançar o iPad no começo do ano, mas ainda assim ele merece sua posição de destaque.

2. Nokia N8

Chamado de “a última esperança da Nokia” para rivalizar com o iPhone, o Nokia N8 entrega bem mais do que o celular da Apple em termos de hardware. Mas de que adianta ter bons componentes se o software que o acompanha deixa a desejar? Esse foi o calcanhar de Aquiles do aparelho: as diversas falhas e bugs do Symbian^3 fizeram o N8 atrasar bastante antes de ser finalmente liberado para venda. Mais detalhes sobre os seus pontos fortes e fracos nós vamos detalhar mais na frente no nosso review (mande seus questionamentos pelo Facebook).

3. HP Slate

Se existiu um gadget que ganhou bastante expectativa esse ano foi o HP Slate. Ele prometia bastante, demorou para sair no mercado, quase morreu antes de ser lançado e quando saiu o preço não agradou: 800 dólares por um tablet que não vinha sequer com uma interface personalizada para a tela sensível ao toque. Praticamente um notebook com Windows 7 sem o teclado. Ele não parece ter feito tanto sucesso quanto esperado, mas continua ai, vivo e forte e sendo vendido. Ninguém vê um desses nas ruas, mas a HP jura que vendeu alguns.

4. Motorola Droid 2

O que uma fabricante faz quando percebe que um celular fez sucesso e rendeu mais do que o esperado? Ao melhor estilo estúdio de Hollywood, lança uma sequência do modelo. Dessa vez a empresa até estendeu seu acordo de licença da marca Droid de George Lucas e criou também um Motorola com uma skin do R2D2 para alegrar os fãs da saga Star Wars. Aqui no Brasil, no entanto, ele vai ser vendido como Motorola Milestone 2.

5. PlayStation Move

O conjunto de câmera acompanhada de controles com sensores de movimento pode não ser a melhor combinação que todos os jogadores esperam para o seu PS3, mas a Sony arriscou ainda assim e parece ter acertado e conquistado o coração de vários deles. Mas não tente comprá-lo no Brasil, ou seu bolso pode morrer em decorrência de falência múltipla dos órgãos.

6. Microsoft Kinect

A Microsoft ficou quase um ano divulgando mais e mais informações sobre o seu sensor de movimento que traria mais realismo ao Xbox 360. Fez comerciais, divulgou vídeos e até deixou que tirassem fotos como ele é por dentro. Entretanto, aposto que a gigante de Redmond não desconfiava que o sensor seria tão atacado pela comunidade de modders como ele foi. Praticamente todo dia sai um hack novo e interessante para o Kinect. E eu tento me controlar para não postar todos aqui.

Leia mais | Tudo sobre o Microsoft Kinect

7. Dell Inspiron Duo

Eu imagino que ocorreu o seguinte: numa reunião de executivos da Dell, um deles propôs: “Como inovar no formato atual dos notebooks?”. Alguém que tinha acabado de chegar de uma festa regada a muita cerveja e vodca respondeu: “Que tal um notebook com uma tela que gira não na horizontal, mas na vertical? Hic!”. A ideia foi tomada como séria e estava formado o conceito para o Dell Inspiron Duo. Ele foi lançado nos EUA no mês passado e deve chegar ao Brasil no ano que vem.

8. Samsung Galaxy Tab

A Samsung pode não ter sido a primeira a anunciar um tablet com Android, mas foi a que causou um buzz considerável na mídia. o Galaxy Tab foi um dos primeiros tablets a rodar Android e até tenta ser um dos melhores, mas fica só no quase. A conhecida fabricante coreana ignorou o conselho do Google de que o sistema móvel não estava pronto para tablets e fez um assim mesmo. Deu no que deu. Ele vendeu milhares unidades ao redor do mundo mas ainda falha ao impressionar os geeks.

Leia mais | Review e vídeo do Samsung Galaxy Tab

9. LG Optimus 2X

Eu tentei me ater aos gadgets que já foram lançados nesse ano, mas o LG Optimus 2X foi a exceção à regra. E diga o que quiser dos celulares Android, eles ainda chutam bundas de muitos aparelhos atuais, principalmente em termos de hardware. A prova disso é o LG Optimus 2X, o primeiro a contar com um processador de dois núcleos. Ele também vem com uma câmera de 8 megapixels e saída HDMI. Espero que a bateria de 1500 mAh aguente esse poder todo.

10. Google Nexus S

O Nexus S é a prova de que a Samsung pode copiar quase que completamente as características técnicas de um celular da empresa, colocar a marca “Google” nele e ainda assim fazer sucesso. O sucessor do Nexus One é praticamente um clone do Samsung Galaxy S, com algumas pequenas diferenças significativas. Ele foi lançado há pouco tempo e deve servir como o aparelho de referência para desenvolvedores.

Você concorda com a lista? Acha que ficou faltando algum? Diga aí nos comentários!

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Sony avisa: já despachou 4,1 milhões de PS Moves

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Talvez em resposta ao anúncio da Microsoft de que havia vendido 2,5 milhões de unidades do Kinect, a Sony emitiu hoje um press release com o intuito de contar ao mundo que seu controle baseado em movimento também vai muito bem, obrigado.

A japonesa comunica que já despachou 4,1 milhões de unidades do PlayStation Move para o mundo todo. Mas cuidado para não se enganar: isso significa que 4,1 milhões de unidades já saíram dos galpões da Sony em direção revendedores por todo o globo, e não que esse seja o número de unidades do Move nas mãos dos consumidores.

Ainda assim, esse comunicado vem ao menos para silenciar a especulação que imediatamente surgiu quando a Microsoft anunciou seu sucesso de vendas com o Kinect: e o Move, como está indo?

Sony não baixa a guarda diante da concorrência.

É razoável suspeitar que a Sony não tenha vendido tantas unidades quanto a sua rival, do contrário provavelmente teria divulgado o número de controles vendidos, e não despachados para revendedores. Ainda assim, pelo menos ela conseguiu não ficar para trás e garantir seu nome nas manchetes ao lado de número bem grande.

Com informações: Engadget.

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Amazon acha que Playstation Move é um sex toy

sábado, 9 de outubro de 2010

Equipada com um sistema capaz de reconhecer os hábitos de seus usuários e oferecer sugestões baseadas em seus perfis de consumo, às vezes o Amazon dá umas bolas fora. A mais recente foi descoberta pelo Fail Blog, em que o popular site de vendas colocou o controle do Playstation Move em uma lista de brinquedinhos sexuais. Pior que nem dá pra reclamar que não existem algumas semelhanças. Confira:

Ok, foi um erro justo.

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PlayStation Move chega às lojas americanas

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Acabou a espera, ao menos para aqueles que estiverem nos Estados Unidos. Já para esse fim de semana a Sony começa a vender o aguardado PlayStation Move, forma diferenciada de controlar os jogos. De acordo com a empresa, é a “mais imersiva e precisa experiência de jogo em alta definição jamais criada, exclusiva para o PlayStation 3″

O PlayStation Move poderá ser adquirido de diversas maneiras. Para quem já tem o PS3, o recomendável é adquirir o pacote PlayStation Move. Pelo preço sugerido de 99 dólares (cerca de R$ 170), o consumidor levará para casa o controlador de movimento do Move, a câmera PlayStation Eye e uma cópia de Sports Champion em Blu-ray.

Já os pobres diabos como eu você, que não têm o PS3, terão uma oferta especial: o pacote PS3 Sports Champion Move terá o PS3 com 320 GB de armazenamento, o controlador de movimento, a câmera PS Eye, uma cópia do Sports Champion em Blu-ray e mais um jogo de demonstração. O preço? 400 dólares (equivalente a R$ 686, desconsiderando o Custo Brasil).


(YouTube)

Mais de 30 jogos já têm suporte ao PS Move. Veja a lista com alguns que merecem destaque:

  • EyePet.
  • The Fight: Lights Out.
  • Heavy Rain.
  • Killzone 3.
  • Kung Fu Rider.
  • Resident Evil 5: Gold Edition.
  • Sports Champions.
  • The Lord of the Rings: Aragorn’s Quest.
  • Tiger Woods PGA TOUR 11.

Já encomendou na importadora de sua preferência? :P

Sugestão enviada pelo leitor Leonardo Zacché. Valeu, Leonardo!

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Vídeo: Michael Jackson arrebentando no Wii

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Faz pouco mais de um ano que o rei do pop nos deixou. Independentemente da vida que levou, não podemos desconsiderar o legado que Michael Jackson deixou para a música. Agora chega o momento do popstar chegar aos videogames (mais uma vez, é verdade) com todo o balanço e energia que só ele tinha.

Eis abaixo o primeiro vídeo promocional da próxima aventura de Michael no Wii.


(YouTube)

Ao som de Billie Jean, fãs do cantor são convidados a conhecer, mais para o fim do ano, o game Michael Jackson – The Experience. Ele será lançado em 23 de novembro nos Estados Unidos, pela Ubisoft. Além do Wii, o jogo chegará na mesma data ao Nintendo DS e a PSP.

As versões adaptadas para o PlayStation Move e o Microsoft Kinect – as mais legais, imagino – estão previstas para 2011.

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Kinect terá edição especial de lançamento

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Kinect, aguardado sistema de reconhecimento de movimentos que a Microsoft preparou para seu console Xbox 360, terá direito a algumas pompas quando desembarcar nas prateleiras dos EUA e Europa no próximo dia 4 de novembro.

Previsto para ser vendido como um kit que poderá ser instalado em qualquer videogame, o aparelho terá uma edição especial limitada para comemorar sua chegada às lojas. A novidade será acompanhada por um Xbox 360 Slim com disco rígido de 250 GB, um joystick tradicional sem fio e o jogo Kinect Adventures, título que assim como o Wii Sports terá a missão de “educar” os novos players e será um dos 15 primeiros disponíveis para a nova tecnologia. Tudo isso a módicos R$800,00.

Apenas como forma de comparação, o Kinect “avulso” será comercializado por US$149,99, ou razoáveis R$270,00.

A missão do aparelho será ajudar a empresa de Redmond a fazer ainda mais barulho em um mês que promete ser especialmente movimentado no mundo dos jogos, já que seu principal concorrente, o Playstation Move, fará seu debute em 21 de novembro.

De qualquer maneira, no momento o Brasil parece estar fora do caminho da festa das duas empresas, que ainda não dizem uma palavra sobre seus planos de lançar oficialmente as novidades por aqui.

Com informações do TechRadar

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Novos pacotes do PS3 são lançados nos EUA: controle Move incluso

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A Sony anunciou por meio de um post no blog oficial do PlayStation que os novos pacotes do PlayStation 3, que já haviam sido lançados no Japão no mês passado, estarão disponíveis a partir de setembro nos EUA. Mas diferente dos disponíveis para os japoneses, os novos pacotes, além de contarem com os HDs de maior capacidade armazenamento, também marcarão a estreia do controle por movimento PlayStation Move.

O pacote mais barato manterá o preço do pacote atual, que custa US$ 299,99 e vem com um PS3 Slim com HD de 120 GB. No novo pacote o consumidor levará para casa um PS3 com um HD de 160 GB.

Novos pacotes do PS3: o mais caro à esquerda e o mais barato à direita. (Clique para ampliar)

O novo pacote a se juntar a esse será aquele que conterá o controle Move e o PlayStation Eye, câmera necessária para que o Move seja usado. Além disso, o jogo Sports Champion e um Blu-ray de demos serão inclusos. Um PS3 Slim com HD de 320 GB completam o pacote, que será vendido nos EUA por US$ 399,99.

Ambos os pacotes estarão disponíveis nas lojas americanas a partir do dia 19 de setembro. Quem preferir comprar o PlayStation Move sozinho poderá encontrá-lo por US$ 49,99, ou comprar um pacote com o Move e o Eye por US$ 99,99.

Com informações: PlayStation Blog

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