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Microsoft decreta o (futuro) fim dos plugins. Real Networks protes-BUFERING…..

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

bufferingQuando o HTML era tão limitado que a gente apelava para gambiarras como layout em tabelas os plugins surgiram para suprir a demanda por conteúdo rico, e com isso apareceram o Flash, o ActiveX, Realmedia e tantos outros, incluindo plugins 3D, plugins de jogos e até plugin do Google Earth.

Isso criou um Apartheid que só se fez sentir quando a Internet Móvel saiu da era patética do Wap. Quando os Nokias começaram a acessar de forma semi-decente websites, nada funcionava. Logo surgiram sites específicos, mas de quê adianta um site com 10% do seu conteúdo, se o consumidor quer tudo, tudo?

O GRANDE salto de “acessibilidade” online que foi o iPhone mostrou que era possível um mundo sem plugins. Quem acessa Internet via iPad ou via tablet Android (quando não está demonstrando a “maravilha” do Flash) reconhece o benefício de um acesso mais rápido, com menos coisas dando pau e menos preocupações de segurança.

Excelente,mas isso é no Mobile. E no desktop?

O uso de plugins tem diminuído bastante. Só vejo Realmedia em sites de governo, quando em nunca acho um site com Quicktime 3D e VRML continua sendo a piada de trocentos anos atrás quando me ofereceram escrever um livro sobre essa bagaça.

Agora em uma atitude ousada ou conveniente, depende do ponto de vista, a Microsoft decreta o Fim dos Plugins no Internet Explorer 10 rodando em Metro, no Windows 8.

Segundo este post no blog oficial do ie10, se o desenvolvedor quiser utilizar plugins no desktop terá que especificar no HTML, e o Metro abrirá uma janela oferecendo para mudar para o Internet Explorer 10 desktop, mais parecido com o bom e velho IE que todos conhecemos e amamos.

Isso, claro, não funcionará nos tablets Windows 8, nem no iPad, nem no Galaxy Tab, nem mesmo no Tuxphone.

A Apple não tem interesse NENHUM em enfiar plugins no iPad. No Safari desktop mais tolera do que suporta. O Google, depois do fracasso do Flash no Android também não tem interesse em poluir a experiência decente de sua navegação mobile. NENHUM serviço da empresa depende de plugins, então não há motivo para defenderem a tecnologia.

A remoção da estrutura de suporte a plugins em um futuro próximo resultará em navegadores mais rápidos e mais seguros, além de menos fragmentação de conteúdo. Que seja uma daquelas decisões de mercado que uma empresa toma e todas as outras vão atrás.



Gmail Man: a personificação do Gmail pela Microsoft

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Como parte da sua campanha para mostrar o quanto o Google é malvado e pratica toda a sorte de atrocidades com os dados dos seus usuários, a Microsoft trouxe à tona oficialmente e pela primeira vez o vídeo do Gmail Man. O personagem mostrado no vídeo é a personificação do serviço de e-mails do Google e eu diria que ele é retratado de forma assustadoramente realista.


(Vídeo no YouTube)

A primeira vez que esse vídeo apareceu na web foi de forma não-oficial, em meados de julho do ano passado. Ele foi criado originalmente para ser distribuído entre funcionários da própria Microsoft e apresentava as vantagens de usar o serviço Office 365 no lugar do Google Apps. Agora a Microsoft o tornou oficial, enviando-o para o seu canal do YouTube.

O timing não podia ser melhor: a Microsoft atacou a falta de privacidade do Google em vários anúncios impressos que foram prontamente respondidos pela gigante da web. Agora fica a cargo do Google responder à altura. Quem sabe eles não criam um Bing boy, o garoto que não sabia pesquisar? Só uma sugestão…

Com informações: The Verge.

Gmail Man: a personificação do Gmail pela Microsoft



Google responde ataques da Microsoft sobre política de privacidade

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A resposta veio a galope. Ontem eu comentei por aqui sobre a propaganda que a Microsoft publicou em jornais estadunidenses recomendando que os insatisfeitos com serviços do Google migrem para os da companhia. Ainda na quarta-feira (01/02) um funcionário do Google publicou uma breve resposta para os “mitos” que a publicidade da MS levanta.

“Nossos controles de privacidade não mudaram. Ponto final.” Seguem-se sugestões de como acabar com os rastros do usuário nos mais diversos serviços da empresa, de acordo com o artigo. Esses usuários ainda podem entrar no gerenciamento de preferências de anúncios para verificar exatamente quais dados o Google coletou para apresentar os anúncios mais interessantes (e rentáveis) nas páginas com AdSense.

O Google responde que “ninguém além de você lê o seu email”. Explicação: “assim como a maioria dos grandes provedores de email” há computadores que escaneiam as mensagens para detectar as mensagens de spam e exibir os anúncios que são mais relevantes para o usuário. Em outras palavras, não tem um funcionário do Google que entra em mensagem por mensagem para posicionar propaganda de companhia aérea numa thread do Gmail sobre futura viagem — um sistema automatizado faz isso.

Vários outros produtos do Google são citados na resposta que você lê aqui (em inglês).

Microsoft recomenda os próprios produtos

Num golpe final a empresa cita o “mito” de que a forma como a Microsoft lida com a privacidade é melhor que a feita pelo Google. “Nós não julgamos sobre as políticas e controles de outrem. [...] Microsoft não fornece nenhuma ferramenta para exportar dados ou algo tipo Dashboard para os usuários”, afirma a mensagem, que ainda explica que a política de privacidade da Microsoft determina que “informação coletada por meio de um serviço da Microsoft poderá ser combinada com informação obtida por outros serviços da Microsoft”.

Na semana passada o Google lançou uma nova forma de exportar documentos do Google Docs, bem como dados de outros serviços, para um arquivo ZIP baixável.

Não conheço a política de privacidade da MS, mas se for isso mesmo é o mesmo que a unificação das privacidades do Google a partir de março pressupõe.

Google responde ataques da Microsoft sobre política de privacidade



Propaganda anti-Google feita pela Microsoft em jornais americanos

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A Microsoft não perde tempo. Depois que o Google começou a ser acusado de trair seus usuários com política de privacidade que abrange todos os produtos, a empresa tira proveito da discussão para lançar um anúncio em jornais dos Estados Unidos alfinetando a concorrência. A mensagem deles leva o título “Putting people first“, ou “Colocando as pessoas em primeiro lugar”.

“As mudanças que estão disfarçadas em termos como ‘transparência’, ‘simplicidade’ e ‘consistência’ na verdade dizem respeito a apenas uma coisa: tornar mais fácil para o Google ligar os pontos entre tudo o que você busca, envia, diz ou transmite enquanto usa um de seus serviços.”

Até aí, nada de exatamente novo. A Microsoft ataca ao dizer que o Google está chegando a esse nível de personalização de anúncios da maneira errada, uma vez que “torna mais difícil para o usuário” manter o controle de suas próprias informações na rede.

Claro que o anúncio não serve apenas para atacar o Google. A Microsoft recomenda aos consumidores incomodados com a política de privacidade nova do Google que experimentem o Hotmail (em vez do Gmail), o Bing (em vez do Google Busca), o Office 365 (concorrente do Google Docs, embora muitos recursos de um não estejam no outro e vice-versa) e Internet Explorer (no lugar do Google Chrome).

Anúncio feito pela Microsoft

Esse tipo de propaganda é bem difícil de encontrar aqui no Brasil, mas nos Estados Unidos a coisa é mais flexível. Aposto que se uma empresa visse a outra tratando de seus assuntos nas páginas de jornais, imediatamente recorreria ao Conar (órgão privado que autorregulamenta a publicidade) para impedir a veiculação de novos anúncios.

Enquanto a Microsoft ataca nos jornais, o Google responde ao congresso estadunidense questões sobre a tal política de privacidade.

Com informações: The Next Web

Propaganda anti-Google feita pela Microsoft em jornais americanos



Microsoft abandona parcialmente o suporte a plugins no Internet Explorer 10

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A próxima versão do Internet Explorer, prevista para chegar junto com o aguardado Windows 8 — cujo nome comercial duvido fortemente que seja esse —, não vai funcionar com plugins (entre eles o ainda bastante presente Flash) quando estiver com o visual Metro habilitado. A empresa confirmou a informação no ano passado e agora detalha o que fazer nos casos em que páginas dependem de plugins.

Quem forneceu a informação foi o líder gerencial (ou algo assim) do Internet Explorer, John Hrvatin, em um artigo publicado na rede de blogs técnicos da Microsoft. Ele explica que a “transição para web livre de plugins” está ocorrendo hoje. Portanto, é natural que a Microsoft se posicione de uma vez por todas sobre esse assunto. E a decisão da companhia é essa: nada de plugin no Internet Explorer com Metro habilitado.

IE 10 com Metro

“Internet Explorer com visual Metro roda livre de plugins para melhorar a vida da bateria bem como segurança, confiança e privacidade dos consumidores.” O papo de que permanecer sem plugins aumenta o tempo de bateria dos dispositivos é algo que o finado Steve Jobs e a Apple tanto defenderam por anos quando questionados sobre a ausência de Flash nos dispositivos rodando iOS. Ainda hoje a companhia se mostra inflexível quanto à questão.

Hrvatin recomenda aos profissionais de internet que adicionem simples tags ao HTML de páginas que dependam de plugins de terceiros para que, a partir do Internet Explorer 10 com Metro, os internautas tenham a opção de abrir a página no IE para desktop (sem o Metro ativado) com a finalidade de visualizar o elemento disponível via plugin.

As tags são as seguintes.

HTTP Header:

X-UA-Compatible: requiresActiveX=true

Meta tag:

<meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="requiresActiveX=true" />

“Este site usa add-ons que demandam Internet Explorer no desktop”, diz o esboço de mensagem que será empregada na tela dos dispositivos para avisar sobre a disponibilidade de ver o site no desktop.

O recado mais evidente da decisão da Microsoft reside na aposta no HTML5. O padrão aberto para internet, com áudio, vídeo e elementos interativos, tem tudo para suprir muitas necessidades que hoje em dia os profissionais de internet resolvem com o Flash. Ao livrar de plugins no IE 10 com Metro ativado, a MS principalmente promete uma experiência de navegação mais interessante para quem usar o Windows 8 em tablets e notebooks.

Atualizado às 16h00. Com informações: CNET News e Gemind.

Microsoft abandona parcialmente o suporte a plugins no Internet Explorer 10



Kinect para Windows sai do beta

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Ballmer garantiu e a promessa foi cumprida: o kit de desenvolvimento do Kinect para Windows saiu mesmo do beta hoje e está disponível para download gratuito na sua versão final 1.0. Com esse kit empresas e programadores em geral podem tirar proveito de tudo que o sensor pode oferecer quando está conectado a um PC, seja para algo útil ou apenas para uso mundano e com fins de entretenimento.

Kinect para Windows: o que será que sai disso?

A lista de melhorias conseguidas com o programa de teste inclui várias novas APIs, suporte a até 4 sensores Kinect conectados e um novo modo que permite que a câmera de profundidade enxergue objetos que estejam a pelo menos 40 centímetros de distância. Outra adição é o Kinect Explorer, que permite que os programadores “explorem todas as capacidades do sensor e da SDK” como os modos de core e rastreamento de esqueleto. Veja mais detalhes no post do blog oficial.

Com a nova SDK a Microsoft também liberou um sensor específico para Windows, que não foi feito para ser usado com o Xbox. Esse sensor será vendido por US$ 250 (com um desconto de 100 dólares para usuários educacionais programado para o futuro) nos EUA, Canadá, México, França e vários outros países da Europa e Ásia.

Já a Microsoft Brasil disse que “não temos uma data de lançamento específica para o Brasil”.

Kinect para Windows sai do beta



Warhammer 40,000: Space Marine – Análise

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

dori_war_25.01.12

A franquia Warhammer 40,000 nasceu nos tabuleiros na década de 80 e desde então conquistou uma imensidão de fãs ao misturar a ficção-científica com fantasia e nos videogames ela ficou mais conhecida por alguns jogos de estratégia desenvolvidos pela competente Relic Entertainment. Foi então que a THQ, visando expandir o público alvo, deu à Relic a missão de criar um título focado na ação, nascendo então o Warhammer 40,000: Space Marine.

Distribuído no Brasil pela Arvato Games com versões para o Xbox 360, Playstation 3 e PC, a primeira impressão ao iniciarmos a campanha principal é de estarmos diante de um capítulo da série Gears of War, com a câmera em terceira pessoa seguindo o protagonista e uma grande quantidade de inimigos surgindo a todo estante no cenário bastante destruído, mas ao contrário dos jogos da Epic Games, aqui grande parte das batalhas acontecem a curta distância, com o jogador conseguindo desferir uma razoável sequência de golpes caso julgue ser a melhor solução.

Contudo, as armas de fogo também marcam presença e a variedade delas é algo que merece elogios, embora só possamos carregar quatro de cada vez. O grande problema é que o game não oferece muitas opções ao jogador e durante boa parte do tempo passaremos atirando nos inimigos mais distantes e quando eles se aproximarem, os aniquilaremos como se estivéssemos em um Hack and slash.

A desenvolvedora até tenta escapar desta mesmice, seja oferecendo sequências onde estamos a bordo de algum veículo ou apresentando algum chefe de tempos em tempos, mas o fato é que o Space Marine nunca consegue entregar a carga dramática ou momentos épicos de um Gears of War.

Isso talvez seja culpa dos personagens apresentados durante a aventura que não são muito carismáticos ou por causa do enredo um tanto insosso e por falar nisso, nele conhecemos a história do Capitão Tidus, do Sargento Sidonus e do inexperiente Leandros, três Space Marines, a elite da humanidade, que precisam ir ao planeta Forge World Graia ajudar os habitantes locais a derrotarem uma invasão de Orks. O local é um ponto estratégico, já que por lá são construídos uma das principais máquinas da guerra travada entre as espécies, os Titans, robôs gigantescos que podem mudar o desenrolar do conflito.

Modificados geneticamente e submetidos a um intenso treinamento, os Ultramarines, como são conhecidos os soldados que dão nome ao título, utilizam uma pesada armadura que nos passam a impressão de que eles são tanques sobre pernas e ao vê-los em movimento, fica ainda mais forte a sensação de que estamos assistindo Marcus Fenix e sua trupe em combate, ainda mais quando Tidus utiliza sua espada/serra-elétrica para fatiar alguns Orks.

Usando como inspiração um dos melhores jogos de ação dos últimos anos, o que não chega a ser algo de todo ruim, o grande problema do Warhammer 40,000: Space Marine pode ser considerado justamente a sua falta de identidade, embora todo o universo da franquia esteja bem retratado e os fãs consigam reconhecer facilmente seus elementos, como armas, veículos e personagens, mas o que acaba pesando negativamente é mesmo a falta de inovação na jogabilidade.

Quanto aos gráficos, o jogo consegue brilhar ao retratar muito bem os inimigos ou mesmo as armaduras dos Ultramarines, atenção também vista na animação facial, mas que ficou faltando um pouco nos cenários. Após algum tempo de partida parece que estamos passando sempre pelos mesmos lugares, o que acaba ajudando a tornar a experiência mais repetitiva. A parte sonora também agrada, mesmo eu não conseguindo me acostumar as vozes “humanas” dos Orks.

Com isso, não quero dizer que o Warhammer 40,000: Space Marine seja um jogo ruim, pelo contrário, mas após encarar três Gears of War, fica difícil olhar para a criação da Relic e ter alguma surpresa. Talvez o game seja melhor apreciado por aqueles que nunca enfrentaram os Locusts no Xbox 360 ou ainda pelos grandes fãs da franquia Warhammer 40,000. Já para todos os outros, o game provavelmente será considerado uma experiência mediana.



5 alternativas ao Megaupload para compartilhar arquivos

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Com todo o rebuliço causado pelo fim do Megaupload fica a pergunta: em quais sites e serviços é seguro enviar arquivos para armazenamento na internet? Vários foram os comentários de leitores do Tecnoblog afirmando que usavam o Megaupload para salvar arquivos de faculdade, álbuns de fotos e similares. Provavelmente esse pessoal vai ficar sem esses arquivos para sempre, mas você não precisa incorrer no mesmo erro.

Por isso nós fizemos uma breve lista de cinco alternativas para o Megaupload e outros sites de compartilhamento que, depois da ação do FBI, decidiram que não vão mais permitir o compartilhamento dos arquivos. São de organizações estabelecidas e confiáveis, com bom histórico na rede (talvez com exceção de um item da lista).

Opções gratuitas e funcionais até onde a gente sabe para manter arquivos legítimos na rede e compartilhar com outras pessoas. Se você quiser recomendar outro site ou serviço que vale à pena por esse ou aquele recurso, os comentários do artigo estão abertos e toda a colaboração é bem-vinda.

Dropbox

Dropbox: compartilhar pasta

Franca favorita dos leitores do Tecnoblog, a Dropbox traz uma série de funcionalidades bacanas e úteis. Além de compartilhar, a Dropbox oferece o que a gente costuma chamar de backup na nuvem. Ao arrastar os arquivos para a pasta “Dropbox” no computador os arquivos são automaticamente encaminhados para a cloud computing. Se quiser, o usuário cria pastas específicas com compartilhamento automático para outras pessoas com conta na Dropbox.

Possui app para dispositivos móveis (Android e iOS, entre outros), além de liberar API com inúmeras possibilidades. O cliente oficial em desktops funciona em Linux, Mac e Windows. O plano gratuito prevê 2 GB. Quem quiser mais paga a partir de US$ 10 mensais por 50 GB. Com o programa de recomendações dá para ampliar o espaço para armazenamento rapidamente.

Minha maior bronca com a Dropbox é a falta de personalização da estrutura de pastas. Não existe maneira simples e intuitiva de escolher quais pastas serão sincronizadas. Para o usuário leigo acaba ficando complicado. Ainda bem que solucionar essa questão existe…

SugarSync

Descobri o SugarSync em novembro de 2009. Já escrevi um extenso tutorial sobre como usar o serviço cá no Tecnoblog. Assim como na Dropbox existe o compartilhamento de arquivos por link. Você manda para o destinatário e imediatamente ele pode baixar o arquivo. Bem prático.

SugarSync: compartilhe qualquer pasta do computador

A vantagem do SugarSync está também no backup na nuvem com sincronização entre diversas máquinas. Como usuário de Windows e de Mac, o SugarSync me permite escolher qual pasta no sistema da Apple corresponde à do sistema da Microsoft. Não preciso colocar tudo numa só pasta, como acontece no uso mais convencional da Dropbox.

São 5 GB de espaço. Como na Dropbox, trazer novos usuários garante prêmios em forma de mais MBs e GBs para a sua conta. Tem aplicativo para Android, iOS e Symbian, entre outros. Funciona também com cliente próprio no iPad.

BayFiles

BayFiles: fácil e sem cadastro

Feito pelos mesmos criadores do Pirate Bay, o BayFiles oferece compartilhamento de arquivos sem nem perguntar o nome de usuário. Ao contrário de outras opções listadas nesse artigo, sua principal vantagem é o envio anônimo de arquivos. Entretanto, eles deixam bem claro que arquivos pirateados serão apagados. Para os arquivos legítimos o BayFiles gera uma URL a partir da qual qualquer pessoa pode baixar o arquivo.

Pela tela principal do BayFiles, depois de fazer o upload, dá para encaminhar o link diretamente para as pessoas interessadas bastando adicionar o endereço de email. E também tem um link para, a qualquer tempo, apagar o arquivo dos servidores.

Quem escolher o BayFiles terá um serviço prático como o Megaupload. Sem fazer cadastro e com limite máximo de 5 GB por arquivo. Os planos pagos, bem como no site de compartilhamento desligado pelo FBI, oferecem download sem restrição de velocidade e acabam com aquela espera de tantos segundos antes de iniciar o download. Custa US$ 7,50 por mês.

SkyDrive

SkyDrive na web

Quem tem uma conta no Hotmail ou Live Mail automaticamente está credenciado para usar o SkyDrive. O serviço de armazenamento de arquivos da Microsoft marca presença no iPhone e nos aparelhos rodando Windows Phone com cliente nativo — tem a versão mobile do site — e deve aparecer com força também no futuro Windows 8.

São 25 GB para armazenar o que você quiser. O compartilhamento é bem prático, novamente com URLs geradas pelo SkyDrive. Para álbuns de fotos e outras pastas “temáticas” o serviço gera uma visualização mais bacana, com miniaturas das imagens ou prévia dos conteúdos multimídia.

No celular oferece um recurso a mais: o upload automático das fotos para os servidores quando o usuário utiliza um Windows Phone. Funciona como o iCloud da Apple.

CloudApp

Esse aqui serve melhor para quem tem Mac. O CloudApp oferece um cliente nativo que permanece na Menu Bar do sistema da Apple. Para compartilhar um arquivo é tão simples como arrastá-lo para o ícone em formato de nuvem.

CloudApp: presença na Menu Bar do Mac

Os uploads são limitados a 25 MB por arquivo e podem ser no máximo 10 por dia. Para enviar mais do que isso o internauta deve assinar o plano pago, que dá direito ao envio ilimitado de arquivos com tamanho máximo de 250 MB. Ainda dá para utilizar um encurtador próprio de URLs em vez daquele oferecido por eles. Custa US$ 15 por três meses.

No aplicativo fornecido por eles há algumas ações inteligentes do tipo enviar capturas de tela imediatamente para a nuvem. Ou criar um arquivo ZIP quando vários arquivos forem arrastados para o ícone. Aliás, para mim a conveniência é o ponto forte do CloudApp, visto que o app está o tempo todo ali na MenuBar, com acesso rápido aos cinco arquivos enviados mais recentemente.

Usuários de Windows ou Linux podem usar a interface baseada na web para enviar arquivos para o CloudApp — também com arrastar e soltar funcionando lindamente. Há clientes não oficiais disponíveis para download para esses sistemas e para alguns dispositivos móveis.

Atualizado às 18h13.

5 alternativas ao Megaupload para compartilhar arquivos



Rumor do dia: Microsoft deve trocar Microsoft Points por moeda de verdade

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Usado principalmente para compra de itens na rede Xbox Live, os Microsoft Points são uma espécie de moeda virtual que você compra com dinheiro real. Ela foi criada com o propósito de confundir os usuários do console facilitar a compra e venda de itens na loja, já que nesse tipo de transação não é exigido o número de cartão de crédito, por exemplo. Mas para alegria geral da nação gamer com Xbox, a Microsoft pode desistir desse esquema e passar a usar (quem diria) dinheiro de verdade no lugar.

Aproveitem enquanto ele ainda existe.

Quem levanta a hipótese é o site Inside Mobile Apps, que recebeu a informação de uma fonte ligada à empresa. Essa mudança, segundo o site, afetaria não só quem usa o Xbox Live como também a plataforma Zune de venda de conteúdo digital e a loja de aplicativos para Windows Phone. Em alguns países, o Microsoft Points é usado em todas as três plataformas e felizmente o Brasil não é um deles.

A mudança, no entanto, não deve acontecer em um futuro próximo: a previsão é de que o Microsoft Point seja descontinuado e dê lugar a transações com dinheiro mesmo apenas no final de 2012. Embora a Microsoft já tenha dito que “não comenta rumores e especulações”, não seria algo muito surpreendente de acontecer.

Eu não seria muito afetado pela mudança, já que não tenho um Xbox. Mas tenho a impressão de que muitos brasileiros gostariam da ideia. Numa escala de zero a dez, quão felizes vocês donos de Xbox ficariam se isso fosse verdade?

Rumor do dia: Microsoft deve trocar Microsoft Points por moeda de verdade



Como se diz na Microsoft, quem tem cx tem medo

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Tradução é uma desgraça. Em algum lugar, em algum momento o termo utilizado será mal-interpretado, terá um significado local inadequado ou soará… bobo. É o caso da Chana Motors, que virou Changan no Brasil, ou da Pajero, termo que virou Montero pois em espanhol significa Defensor de Software Livre.

No cinema o mais azarado com isso é George Lucas, que mesmo pesquisando bastante ainda se saiu com Capitão Panaka, Mestre Jedi Sifo Diaz e o Conde Doku.

Mesmo quando não se trata de produto, as traduções podem causar problemas, como a Microsoft.

Por um tempo nas comunicações internas da empresa a abreviação para customer (cliente) seguia a regra de utilizar as duas primeiras letras da palavra. Depois de muita troca de emails e brasileiros rindo até não poder mais, explicaram que tratar o cliente daquele nome não era uma boa política, e por mais que muito cliente seja um bom asshole, eu concordo.

Hoje a abreviatura de customer na Microsoft é cx, mas em algum lugar deve haver memorandos com a versão antiga. imagino que sejam… curiosos.

Fonte: ONT