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Nissan inventa case de iPhone capaz de se consertar sozinho

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A fabricante japonesa de pôneis malditos automóveis Nissan mostrou na última segunda-feira um protótipo de case para iPhone 4 e iPhone 4S. Feita em plástico ABS de alta resistência, a capa tem como objetivo proteger o delicado corpo dos onipresentes e oniscientes smartphones da maçã de quedas e riscos. Nada muito de novo, se não fosse a capacidade do modelo de se reparar, sozinho, de pequenos danos e riscos em sua pintura.

Capa de iPhone da Nissan: dura na queda

A tecnologia utilizada pela empresa na construção do case é a mesma que desde 2005 é aplicada na pintura de alguns de seus automóveis destinados ao segmento de luxo.

Ao notar um dano em seu revestimento, a estrutura química da pintura é capaz de voltar a sua forma original e preencher novamente a lacuna dos riscos, deixando a capa como se ela estivesse nova em folha.

Batizada de Shield Scratch, a tecnologia atualmente está em testes na Europa e Japão. Os primeiros 100 protótipos já foram entregues a jornalistas e celebridades que deverão testá-los por um período de tempo não divulgado.

Aos interessados, ainda que não exista uma data exata para a chegada nos cases auto-curativos às lojas, as vendas deverão começar “ainda este ano”. Inclusive, a Nissan afirma que já fechou um acordo com a operadora nipônica NTT Docomo para vender a novidade em seu país natal.

Nissan inventa case de iPhone capaz de se consertar sozinho



Oi vende iPhone 4S por R$ 1.999

sábado, 10 de dezembro de 2011

Seguindo os passos da TIM, a Oi divulgou nessa semana os preços que vai praticar a partir do dia 16 de dezembro para o iPhone 4S. O iPhone 4S da Apple, tão esperado pelos consumidores brasileiros desejosos de ter um aparelho com a maçã famosa na traseira, tem preço fixado em R$ 1.999 pelo modelo com 16 GB de armazenamento.

Além do modelo de 16 GB, a Oi também anunciou o iPhone 4S de 32 GB por R$ 2.269 e o iPhone 4S de 64 GB por R$ 2.699. Os valores são referentes ao aparelho na modalidade de pós-pago.

De acordo com o comunicado enviado pela operadora, os aparelhos “podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito, em parcelas de R$167 para o iPhone 4S 16GB.” O curioso é que, pelo menos nos meus cálculos, 12 x 167 dá R$ 2.004 (R$ 5 a mais do que o preço anunciado.

Questionada por este humilde editor, a assessoria da Oi não respondeu sobre os preços dos celulares em planos pré-pagos. Na concorrente TIM, os valores são os mesmos para pré e pós, mas os clientes do pós podem pagar em 12 vezes, enquanto os do pré têm à disposição até 3 parcelas fixas.

O iPhone 4 tido como “nacional”, a geração anterior do smartphone da Apple, será vendido por R$ 1.599 no modelo com 8 GB de armazenamento.

Pelo que foi divulgado até agora, a TIM tem os melhores preços para o iPhone 4S. O modelo de 16 GB custa R$ 100 menos na operadora italiana do que na brasileira. O de 32 GB custa R$ 70 a menos e o de 64 GB está R$ 200 mais barato na TIM.

Ainda falta saber os preços da Claro e da Vivo, operadoras que tradicionalmente apostam mais nos descontos mediante assinatura de contrato de 12 meses.

Atualizado às 23h33.

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Aparece iPhone 4 brasileiro

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Já que estamos falando de iPhone produzido na fábrica da Foxconn em Jundiaí, é bom notar a informação que saiu faz alguns minutos no site Mac Magazine. Um leitor do site enviou fotos que mostram um smartphone da Apple supostamente feito em território nacional.

A foto acima, disponibilizada pelo site, mostra um iPhone 4 branco com 8 GB de espaço interno. Na traseira do aparelho consta a marca da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), obrigatória em todos os aparelhos homologados pelo órgão. A legislação brasileira prevê esse tipo de comportamento entre os fabricantes de dispositivos de telecomunicação.

Além da inscrição “Designed by Apple in California”, o aparelho tem a frase “Indústria Brasileira” imediatamente ao lado.

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Prato do dia: Siri hackeado.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Como todo bom e velho lançamento da Apple, além de rituais de mortificação corporal em meio às filas intermináveis Apple Stores afora, a empresa dificilmente dá a benção sem uma pequena penitência.

Como um dos principais fatores para justificar a migração para o iPhone 4S, a Apple apostou todas as suas hóstias em sua mais recente aquisição (ó, o Siri) e provocou o mesmo ruído inquieto de sempre.

O iPhone 4S tem lá as suas atualizações, tal como a nova câmera de 8mp. que minimamente se adequou aos outros smartphones high-end do mercado e também um processador novinho, o A5 (do iPad2) fabricado por seu principal concorrente, a Samsung.

Como fazer para que milhões de fiéis que acabaram de comprar seus iPhones 4 desembolsem uma nova quantia e meio que voluntariamente concordem em trocar 6 por ½ dúzia?

Que tal um ‘assistente virtual’ que dá respostas engraçadinhas para perguntas quasi-práticas? Se você faz o tipo que fala com seu celular na rua em voz alta, então foi arrebatado pelo brinquedo bonitinho.

Mas alguns donos de iPhone são como bucéfalos determinados, não tão facilmente domáveis. Um grande recorte de clientes reclamou e muito das justificativas nada convicentes da Apple para não liberar o Siri para o resto da linha.

A lenga-lenga fora desde que os processadores anteriores não suportariam o Siri (pôxa, quer dizer que o A4 é tão ruim assim? Até ontem era a coisa mais phodanger que existia…), que haveriam problemas de performance, de bateria, de disenteria… etc.

Tudo lero-lero. Steve Troughton-Smith, um hacker irlandês que atualmente mora em São Francisco (EUA) e seu amigo Grant Paul acabaram dando um jeito de fazer com que os servidores da Apple — todos bem treinadinhos para executar o Siri apenas em iPhones 4S — se confundissem e passassem a pensar que até um iPod Touch 4G roda com o A5, não guageja e nem morre de fome quando tira da solidão milhares de Fanboyants pelo mundo.

Aliás, há gente trabalhando para que até o iPhone 3G funcione, ora veja só. A funcionalidade foi totalmente portada para o iPhone 4 e o iPod Touch 4G, assim como 100% da UI utilizada pelo Siri, os tokens de autenticação e parte do código da versão que roda nativa no iPhone 4S.

Há quem diga que é uma pena o hack ter chegado imediatamente antes da Apple ter vendido logo de cara mais de 4 milhões de unidades, apenas nos primeiros três dias (sendo que mais de 1 milhão de iPhones 4S foram vendidos já nas primeiras 24hs, sem contar algumas pré-reservas). Que pena para você não é early-adopter?

O próprio Troughton-Smith diz que não pretende colocar o hack à venda no Cydia e outros inferninhos e promete liberar geral assim que se certificar que vai servir o Siri de bandeja no iPhone 3GS.

Quando questionado sobre como ele conseguiu o feito, o humirde Troughton-Smith disse que não perdeu mais do que 10 minutos para os noves-fora e assim fazer os primeiros testes em seu iPhone 4.

Nos vídeos abaixo, Troughton-Smith mostra o funcionamento do Siri no iPhone 4 e também em um iPod Touch 4ª geração.:

Iphone 4:

iPod Touch 4G:

Fonte: Int’l Business Times

 



Siri no iPhone 4: coisa que só o jailbreak faz por você

domingo, 16 de outubro de 2011

O iPhone 4S foi lançado com pouquíssimas novidades. Muitos donos de iPhone 4 não viram motivos para fazer o upgrade, mas ficaram chupando dedo com a única real inovação da nova geração do iPhone: o assistente pessoal Siri. Um programador se encontrava nessa situação e resolveu colocar a mão na massa – o resultado disso foi o Siri portado para o iPhone 4.

Isso foi possível graças ao jailbreak, procedimento que liberta o iDevice das garras da Apple e que envolve uma série de polêmicas entre os usuários. Na primeira versão, o desempenho do Siri no iPhone não era o melhor (ficava lento). Entretanto, o responsável pela adaptação, Steve Troughton-Smith disse ter corrigido o problema, que se dava por conta de drivers de vídeo incorretos.


(Vídeo do YouTube)

Como mostrado no vídeo, o funcionamento é praticamente idêntico ao do Siri no iPhone 4S. A única diferença é que comandos que fazem consula online não funcionam, já que (obviamente) a Apple não autentica o iPhone 4 nos servidores do Siri.

O hack exige jailbreak e iOS 5, mas ainda não está disponível para download. Ainda, Steve afirma desconhecer impedimentos para que o Siri funcione no iPhone 3GS e em ambas as versões do iPad, embora não tenha trabalhado com esses dispositivos.

Com infomações: 9to5mac

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WhatsApp de graça — ou seria melhor usar o iMessage?

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Menos de 24 horas depois do lançamento do iOS 5, o aplicativo WhatsApp Messenger recebe uma redução de preço na appstore: de 99 cents para gratuito. Coincidência ou reação ao iMessage, uma das novas funções do novo sistema mobile da Apple?

Faz tempo que o WhatsApp é conhecido entre os usuários de smartphone como uma alternativa barata ao SMS. Em vez de pagar taxas relativamente caras de mensagem, o aplicativo envia as mensagens pela internet, utilizando o plano de dados do usuário. Ou seja, é praticamente de graça mandar um SMS! Digo praticamente porque se você usa a internet do seu celular apenas para isso, você estará pagando alguma taxa de dados no processo.

Com o lançamento ontem do iOS 5 entra na jogada o iMessage, uma nova funcionalidade para o aplicativo Messages do iPhone cuja função é enviar mensagens de texto via plano de dados. Sim, a mesma coisa que o WhatsApp faz.

Se ambos fazem a mesma coisa, qual a diferença? Coloquei hoje os aplicativos lado a lado para ver as diferença entre eles e em qual cada um ganha. Lá vai.

#TeamTecnoblog testando o iMessage e WhatsApp. O segundo perde no quesito "Whaling".

Interface gráfica. O iMessage é bem mais bonito e organizado visualmente do que o WhatsApp. Na verdade, o iMessage nada mais é do que uma espécie de extensão ao aplicativo de mensagens que sempre veio no iPhone.

Facilidade. Nessa o WhatsApp tem uma vantagem: é muito mais fácil selecionar um contato que também usa o aplicativo. Na tela de enviar mensagem ele exibe apenas a lista de contatos que utiliza o aplicativo, facilitando o processo.

No iMessage os nomes aparecem dentro de um balãozinho azul caso estejam cadastrados no serviço, ou dentro de um balãozinho verde caso não estejam nele e a mensagem for, na verdade, um SMS. Uma coisa que falta no iMessage é poder filtrar sua lista de contatos entre apenas os que possuem o mesmo serviço.

Multimídia. Tanto o WhatsApp como o iMessage possuem suporte para envio de foto e vídeo (muita gente não sabe que é só clicar na bolinha ao lado da caixa de texto da mensagem). O WhatsApp tem a vantagem de também permitir o envio de áudio gravado (audio notes), compartilhamento de localização (pela função location do aparelho) e de contato salvo na agenda, o que facilita naquele momento em que você manda um “Me passa o telefone daquela sua amiga que estava na festa?”.

Rede. Ambos os aplicativos funcionam na rede, e em eventuais falhas de conexão a regra é clara: o app não vai funcionar. No caso do iMessage tem uma solução muito simples e eficiente: em vez de mostrar um erro, ele envia SMS. Ok, você vai pagar a taxa do SMS, mas sua mensagem vai chegar de qualquer forma.

Compatibilidade. Nessa o iMessage perde bonito, uma vez que ele só vai funcionar nos smartphones rodando iOS 5 — iPhone 3GS, iPhone 4 e iPhone 4S, além do iPad (que não é um smartphone, claro). Já o WhatsApp suporta iOS, Android, BlackBerry, Symbian e Windows Phone.

Resumo da ópera

Nesse duelo de SMS grátis em smartphones, acho que o iMessage não vai matar o WhatsApp. Longe disso. Ambos vão existir lado a lado por um bom tempo.

O que pode mudar tudo é o Facebook Messenger, uma proposta da rede do Zuckerberg em agregar SMS ao híbrido chat/mensagem do Facebook. De acordo com informações já divulgadas sobre o assunto, a ideia é você receber em alertas como de SMS novas mensagens ou chats dentro do Facebook. Colocando de forma simples: não vai existir ninguém com iOS ou Android offline no chat do Feice. Vamos ver aonde vai dar, por enquanto, estou satisfeito com o que tenho em termos de comunicação mobile.

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Fotos do iPhone 4 mais barato e montado no Brasil vazam na web

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A especulação de que um iPhone 4 mais barato seria produzido pela Apple já circula há tempos e vai ser encerrado definitivamente amanhã, quando a empresa anunciará novidades envolvendo o seu único smartphone em uma coletiva nos EUA. Mas isso não impede que as especulações e rumores continuem a surgir, principalmente quando são acompanhados de fotos bastante reveladoras.

Segundo as fotos enviadas ao Gizmodo Brasil nesse final de semana, o suposto modelo mais barato do iPhone 4 (codinome N90A) já estaria em processo de montagem aqui no Brasil desde julho, direto da fábrica da Foxconn em Jundiaí.

Esse modelo específico teria apenas 8 GB de armazenamento, diferente dos demais iPhones com 16 e 32 GB. Algo assim não é estranho à Apple, já que o modelo do iPhone 3GS ganhou uma versão com 8 GB após o anúncio do iPhone 4. As fotos também mostram que esse lote de iPhones teria sido reprovado no controle de qualidade devido a um defeito nas lentes.

Por ser montado aqui no Brasil, também esperamos que ele custe um pouco menos do que os atuais R$ 1,8 mil que um iPhone 4 custa nas operadoras. Mas só saberemos mais detalhes a partir das 14h dessa terça-feira, que é quando a coletiva da Apple está marcada para começar. O nosso liveblog minuto-a-minuto do evento, aliás, começa às 13:45. ;)

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Bloggers que descobriram o iPhone 4 vencem Apple no tribunal

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Quando o iPhone 4 foi lançado, ninguém fez cara de surpresa. O próprio Steve Jobs disse, durante a WWDC 2010, que alguns dos espectadores presentes no keynote teriam visto o produto. É que o Gizmodo americano havia publicado fotos de cada centímetro que o aparelho poderia apresentar dias e dias antes do grande lançamento. Provavelmente estou falando do mais notável caso de furo jornalístico dado por um blog de tecnologia.

Primeira imagem do iPhone 4 foi publicada com exclusividade pelo Gizmodo

A Apple não gostou nada da história e foi na justiça questionar o assunto. Nessa quarta-feira (10) saiu o veredito final: nenhum dos blogueiros contratados pelo Gizmodo enfrentará qualquer multa ou mesmo um tempinho atrás das grades.

Um juiz do condado de San Mateo, na Califórnia, determinou que os funcionários da Gawker Media, a empresa que publica o Gizmodo, estão livres para encontrar e publicar informações sobre os mais secretos protótipos que essa indústria poderia oferecer. Curiosamente, a comemoração da Gawker me pareceu bastante tímida diante de uma ação litigiosa movida pela Apple de Steve Jobs.

“Estamos satisfeitos de que (…) nenhum crime foi cometido pela equipe do Gizmodo em relação às reportagens sobre o protótipo do iPhone 4 no ano passado. Ainda que nós acreditássemos ter agido completamente de acordo com a lei, isso inevitavelmente foi estressante para o editor envolvido, Jason Chen e nós estamos felizes de finalmente deixar isso para lá.”

O Gizmodo publicou sua primeira matéria sobre o iPhone 4 em 19 de abril de 2010. O produto foi finalmente anunciado em 7 de junho do ano passado, com quase dois meses de atraso. Nesse meio tempo, fico imaginando quantos sermões o sr. Jobs não deve ter dado em sua equipe por causa de um vazamento tão vergonhoso. Desde aquela época, o blog não é mais aceito em nenhum evento oficial da Apple.

Cabe lembrar que o blog americano diz ter encontrado o iPhone 4 esquecido numa mesa de bar. A Apple pediu para o protótipo ser devolvido, mas o Gizmodo informou que só faria a devolução se a empresa primeiro assumisse que aquele produto era legítimo dela. E aí começou a disputa judicial.

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Capinha transforma iPhone em celular de 2 chips

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Aproveitar as promoções das várias operadoras virou motivo para comprar os aparelhos dual SIM – pena que eles costumam ser celulares de segunda linha, que passam longe da cesta básica de recursos que um bom geek espera desse tipo de aparelho. Pois saiba que o seu iPhone pode virar também um smartphone de dois chips graças a uma interessante gambiarra inventada por uma companhia europeia.

A VaVeliero teve a ideia de desenvolver uma capinha para iPhone que também amplia a capacidade de SIM cards suportados pelo aparelho: de apenas um, pula para dois com uma simples gambiarra no slot para o chip (!). Veja na imagem abaixo.

A gambiarra em ação (imagem: divulgação)

O adaptador para dois SIM cards é fixado no slot apropriado para isso. Na outra ponta, há espaço para dois cartões SIM. Eles podem ser tanto os SIM em tamanho convencional como microSIM, padrão adotado pela Apple no iPhone e no iPad. Depois ainda vem uma capinha, logicamente para encobrir o nada bonito cabo dourado (que felizmente não fica para o lado de fora, pendurado, aumentando ainda mais a sensação de gambiarra).

Com certeza vai ter gente desdenhando do acessório. Mas hoje em dia é tão comum usar o iPhone com uma capa protetora, que adotar a capa com direito a dois SIM cards só vai dar mais opções para o usuário. E depois ainda dizem que o smartphone da Apple é coisa de rico. Aí está a prova do contrário; é coisa de gente esperta que quer aproveitar as condições especiais de chamadas intra-rede (para números da mesma operadora).

Depois fica assim (imagem: divulgação)

Custa 49,90 euros, o que dá mais ou menos R$ 110. A capinha funciona nas principais redes de telefonia do mundo. Inclusive no Brasil. Não há necessidade desligar o aparelho para ativar uma ou outra linha telefônica, e o usuário ainda tem a opção de definir o tempo que cada SIM ficará ativo. Bacana.

Essa não é a primeira vez que inventam uma cover que amplia o número de SIM cards suportados pelo iPhone. Mas acho que é a primeira capinha realmente bonita – bem diferente de outra que nós já mostramos por aqui. O princípio, entretanto, é o mesmo.

Com informações: 9to5Mac.

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Não, o iPhone 4 não funciona na rede 4G

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Cumprindo seu dever de esclarecer os fatos, o boletim extraordinário do Tecnoblog informa: embora seja muito bonito e lustroso, o iPhone 4 não funciona nas redes com tecnologia 4G. O smartphone pode até ser o mais desejado entre os consumidores, mas está longe da vanguarda no que diz respeito à sua tecnologia de transmissão de dados.

Um estudo recente feito pelo site de compras e análise de produtos Retrevo revelou que 34% dos usuários que têm um iPhone acreditam que o aparelho usa a banda larga móvel de alta velocidade. Claro que esse pessoal todo está completamente enganado, visto que o iPhone ainda está longe de funcionar com a tecnologia LTE — ou qualquer outra enquadrada como de quarta geração, devo dizer.

Usuários que responderam já ter um aparelho 4G, divididos por plataforma (gráfico: Retrevo)

A pergunta feita para 1.081 donos de smartphones nos Estados Unidos foi a seguinte: “Você planeja comprar um celular 4G nesse ano?” Entre as opções, lá estava o “Já possuo um”. 34% dos donos de iPhone marcaram essa opção. Entre os donos de BlackBerry, 24% também optaram pela mesma resposta, ainda que os aparelhos BB também não estejam adaptados para o 4G.

O pessoal do Retrevo levanta a hipótese de o nome iPhone 4 dar a entender (erroneamente) que se trata de um smartphone para redes 4G. Não podemos culpar esses consumidores, visto que a segunda geração do smartphone, chamada de iPhone 3G, tinha esse nome justamente para indicar que não dependia somente do EDGE.

Lá nos Estados Unidos as operadoras de telefonia decidiram ampliar suas redes 4G só agora. As ofertas de aparelhos compatíveis com a banda larga móvel de alta velocidade ainda são bem poucas, e quase que exclusivas da plataforma Android.

Reza a lenda que a próxima geração do iPhone (iPhone 5? iPhone 4S?) vai funcionar nas redes 4G. Mas nós só teremos essa confirmação quando, mais uma vez, o CEO da Apple subir no palco provavelmente do Moscone West para mostrar as novidades da companhia para o mercado de telefonia. Enquanto isso, nada de pensar que o iPhone 4 tem esse nome por causa do 4G.

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