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Warhammer 40,000: Space Marine – Análise

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

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A franquia Warhammer 40,000 nasceu nos tabuleiros na década de 80 e desde então conquistou uma imensidão de fãs ao misturar a ficção-científica com fantasia e nos videogames ela ficou mais conhecida por alguns jogos de estratégia desenvolvidos pela competente Relic Entertainment. Foi então que a THQ, visando expandir o público alvo, deu à Relic a missão de criar um título focado na ação, nascendo então o Warhammer 40,000: Space Marine.

Distribuído no Brasil pela Arvato Games com versões para o Xbox 360, Playstation 3 e PC, a primeira impressão ao iniciarmos a campanha principal é de estarmos diante de um capítulo da série Gears of War, com a câmera em terceira pessoa seguindo o protagonista e uma grande quantidade de inimigos surgindo a todo estante no cenário bastante destruído, mas ao contrário dos jogos da Epic Games, aqui grande parte das batalhas acontecem a curta distância, com o jogador conseguindo desferir uma razoável sequência de golpes caso julgue ser a melhor solução.

Contudo, as armas de fogo também marcam presença e a variedade delas é algo que merece elogios, embora só possamos carregar quatro de cada vez. O grande problema é que o game não oferece muitas opções ao jogador e durante boa parte do tempo passaremos atirando nos inimigos mais distantes e quando eles se aproximarem, os aniquilaremos como se estivéssemos em um Hack and slash.

A desenvolvedora até tenta escapar desta mesmice, seja oferecendo sequências onde estamos a bordo de algum veículo ou apresentando algum chefe de tempos em tempos, mas o fato é que o Space Marine nunca consegue entregar a carga dramática ou momentos épicos de um Gears of War.

Isso talvez seja culpa dos personagens apresentados durante a aventura que não são muito carismáticos ou por causa do enredo um tanto insosso e por falar nisso, nele conhecemos a história do Capitão Tidus, do Sargento Sidonus e do inexperiente Leandros, três Space Marines, a elite da humanidade, que precisam ir ao planeta Forge World Graia ajudar os habitantes locais a derrotarem uma invasão de Orks. O local é um ponto estratégico, já que por lá são construídos uma das principais máquinas da guerra travada entre as espécies, os Titans, robôs gigantescos que podem mudar o desenrolar do conflito.

Modificados geneticamente e submetidos a um intenso treinamento, os Ultramarines, como são conhecidos os soldados que dão nome ao título, utilizam uma pesada armadura que nos passam a impressão de que eles são tanques sobre pernas e ao vê-los em movimento, fica ainda mais forte a sensação de que estamos assistindo Marcus Fenix e sua trupe em combate, ainda mais quando Tidus utiliza sua espada/serra-elétrica para fatiar alguns Orks.

Usando como inspiração um dos melhores jogos de ação dos últimos anos, o que não chega a ser algo de todo ruim, o grande problema do Warhammer 40,000: Space Marine pode ser considerado justamente a sua falta de identidade, embora todo o universo da franquia esteja bem retratado e os fãs consigam reconhecer facilmente seus elementos, como armas, veículos e personagens, mas o que acaba pesando negativamente é mesmo a falta de inovação na jogabilidade.

Quanto aos gráficos, o jogo consegue brilhar ao retratar muito bem os inimigos ou mesmo as armaduras dos Ultramarines, atenção também vista na animação facial, mas que ficou faltando um pouco nos cenários. Após algum tempo de partida parece que estamos passando sempre pelos mesmos lugares, o que acaba ajudando a tornar a experiência mais repetitiva. A parte sonora também agrada, mesmo eu não conseguindo me acostumar as vozes “humanas” dos Orks.

Com isso, não quero dizer que o Warhammer 40,000: Space Marine seja um jogo ruim, pelo contrário, mas após encarar três Gears of War, fica difícil olhar para a criação da Relic e ter alguma surpresa. Talvez o game seja melhor apreciado por aqueles que nunca enfrentaram os Locusts no Xbox 360 ou ainda pelos grandes fãs da franquia Warhammer 40,000. Já para todos os outros, o game provavelmente será considerado uma experiência mediana.



Ubuntu Game pack: 5 dvds com jogos para linux

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Ubuntu Gamepack é atualmente a maior coleção de diferentes gêneros de jogos para Linux. Acabou agora a necessidade de procurar por games para linux.

Que tal 5 dvds com 156 jogos, dos mais populares e de diferentes gêneros para você instalar no Ubuntu 11.04. Em cada dvd, uma lista com uma breve descrição dos jogos e um arquivo AUTORUN.SH localizado no diretório raiz.

Games mais clássicos como xadrez e quebra-cabeças até de corridas e batalhas espaciais! Você pode conferir a lista de cada dvd, clicando aqui.

Agora você pode mostrar este post nas pessoas que dizem que não existem games para o linux ou que é super complicado achá-los! 

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Gamers poderão ajudar a encontrar a cura do câncer e da aids

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Lançado em 2008, o Foldit é um jogo criado por cientistas da Universidade de Washington que tem a nobre missão de ajudar os pesquisadores a descobrirem a cura para doenças como o câncer, Mal de Alzheimer e a aids. Basicamente nele somos apresentados a uma proteína e temos como objetivo modificá-la como se fosse um quebra-cabeça, tornando-a mais estável e quanto menos energia for desperdiçada no final, maior nossa pontuação.

dori_fol_25.01.12O interessante é que recentemente os bioquímicos da universidade liberaram no sistema do jogo uma enzima criada por eles e após os jogadores enviarem cerca de 180 mil diagramas, os pesquisadores conseguiram criar uma nova enzima 18 vezes mais poderosa do que a que eles próprios haviam descoberto, levando o feito a ser publicado no periódico Nature Biotechnology.

“Trabalhei por dois anos para fazer essa enzima melhor e não consegui,” declarou Justin Siegel um dos pesquisadores do projeto. “Os jogadores do Foldit foram capazes de realizar um salto maior no espaço estrutural e ainda não entendo completamente como eles fizeram isso.”

A façanha de extrema importância mostra ainda que pessoas normais como eu e você podem ser de grande ajuda ao projeto e embora a tal enzima não tenha uso prático no mundo real, o puzzle resolvido pelos jogadores envolve uma proteína desenvolvida para bloquear o vírus da gripe responsável pela pandemia de 1918.

O Foldit conta com cerca de 240 mil usuários registrado, sendo que 2200 estiveram ativos na última semana e caso queira participar, basta fazer o download do programa na página oficial, com versões para Windows, Linux e Mac.

[via Yahoo! News]



Fundador do Megaupload era melhor jogador ranqueado no Modern Warfare 3

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

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Não bastasse os milhões de dólares em sua conta, obras de arte e uma valiosíssima coleção de carros de luxo, “Kim Dotcom” Schmitz, um dos fundadores do site Megaupload que apareceu em todos os veículos de informação na semana passada ao ser preso em sua mansão na Nova Zelândia, também podia se orgulhar de uma façanha desejada por qualquer jogador de Call of Duty: Modern warfare 3, ter o seu nome no topo do ranking mundial.

No último dia do ano passado o sujeito que utilizava o nome Megaracer publicou um vídeo no Youtube onde após várias horas de jogatina, mostra o exato momento em que ele conquista a primeira posição e é saudado pelos amigos com bolo e papel picado.

Para se tornar o melhor jogador do mundo, Kim Dotcom registrou mais de 150 mil mortes, mas agora a sua maior preocupação não deve ser tentar manter a coroa e sim se livrar das acusações de que seu site facilitaria a pirataria e teria dado um prejuízo de mais de 500 milhões de dólares. De acordo com o governo americano, o Megaupload gerou aos seus donos mais de 175 milhões de dólares, dinheiro que veio de anúncios e assinaturas premium vendidas aos usuários.

Portanto crianças, a lição que aprendemos hoje é que se você quer ter tempo de sobra para se tornar o melhor jogador do seu game favorito, poder se proteger em um cofre em sua casa sentado ao lado de uma escopeta e ainda ter em casa sete TVs de 60” ou carros com placas onde estão escrito “Deus”, “Chapado” ou “Culpado”, basta parar de escrever para blogs e criar um serviço que permita a troca indiscriminada de arquivos protegidos pelas leis de direitos autorais. Só torça para a festa não durar pouco.

[via MCV]



Estratégia vencedora para promover alta resolução: Japinhas edificantes no PS3

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

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As imagens em FullHD chegaram a um ponto onde a evolução fica complicada. O consumidor quando migra do DVD pro BluRay ganha 4 vezes mais pixels, o que exige que a fonte do material também tenha esses pixels extras. A indústria ainda está se adaptando e em países como o Brasil boa parte do que passa na TV ainda não é em FullHD.

Por isso o próximo salto, para 3K ou 4K ainda vai demorar. Só que os fabricantes não querem esperar, a margem de lucro em televisores é algo muito pequeno, com o agravante de ser um produto que a gente não troca toda hora.

A Sony, que não é boba nem nada descobriu um jeito de acostumam e interessar o consumidor por imagens em resolução 4K sem que ele tenha que comprar uma TV caríssima (ainda): O truque é a tecnologia PlayView, que lembra muito o DeepZoom da Microsoft. Ela permite que você faça zoom de imagens de altíssima resolução de forma suave e contínua. Tudo que um bom tarado por japinhas quero.

 

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Em breve os sortudos japas poderão comprar na PlayStation Network exemplares da revista SOSEXY, que segue a linha Gravure Idols, onde japinhas posam sem mostrar nada. É um tipo de produto tão popular no Japão que essas versões digitais em alta definição custam entre US$27 e US$33 por exemplar.

É mais uma prova de que o Japão é habitado por alienígenas ou viajantes do tempo. Em qualquer outro lugar do planeta cobrar US$33 por uma revista eletrônica, com ou sem japinhas seria a forma mais rápida de ser expulso da sala de reuniões, com seu retroprojetor atirado pela porta em seguida.

Claro, os Otakus que compram essas revistas são uma minoria, mas dada a população, a Sony faturará um bom dinheiro e cumprirá seu objetivo de convencer parte do público que resolução de 4K é uma bênção dos deuses.

Sabendo que uma imagem dessas permite que se dê zoom até a alma das japinhas, tenho que concordar.

Fonte: Kotaku

Fonte com mais fotos de japinhas edificantes: Kotaku Japão



Alienware revela PC de baixo custo (mas bom desempenho)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

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Conhecida por seus computadores de alto desempenho e preços exorbitantes, a Alienware anunciou algo que pode fazer com que muitas pessoas adquiriam uma de suas máquinas, o X51.

O computador é a tentativa da companhia de brigar no mercado de máquinas com tamanho reduzido para jogos e embora sua configuração possa ser modificada de acordo com o gosto (e o orçamento) do comprador, o modelo inicial terá um preço de US$ 699 (que provavelmente no Brasil custaria uns R$ 2000).

Por este valor levaríamos, além do gabinete pouco maior que um Xbox 360, um processador Intel Core i3 Dual Core, uma GeForce GT 545 com 1GB, 4GB de memória RAM e um HD de 1TB. Tudo bem, não chega a ser uma máquina dos sonhos, mas a fabricante garante que com ela é possível rodar o Battlefield 3 com as texturas no máximo e o anti-aliasing no médio em uma resolução de 1080p e com uma média de 32 quadros por segundos.

Mas se o problema não for a parte financeira, a configuração máxima poderá ser adquirida por US$ 1.149 e traz um Intel i7-2600 3.4GHz, uma GeForce GTX 555, 8GN de memória e um HD semelhante ao anterior.

Alguns poderão dizer que com estes valores é possível montar um computador melhor, mas temos que levar em consideração que a ideia dele é entregar um equipamento com tamanho reduzido e que para mim cairia com uma luva na minha estante da sala, permitindo assim que eu pudesse jogar os games de PC na minha TV sem ter que fazer grandes mudanças.

[via Eurogamer]



Valve e Linux: O dilema está de volta

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Meses atrás a comunidade Linux ficou com os olhos brilhando quando foi noticiado que a Valve (desenvolvedora da plataforma Steam) estava contratando engenheiros com experiência em Linux, isso logo gerou o rumor – óbvio – que ela estaria pensando em trazer o Steam para o Linux. Bastaram alguns dias e a própria empresa veio a público dizer que não tinha planos para esse segmento.

Agora a polêmica está de volta, mais uma vez temos uma vaga para engenheiro de software senior no site da Valve, mas dessa vez um ponto chama atenção, ao invés de um “simples engenheiro com experência em Linux” o cargo requer “Port Windows-based games to the Linux platform” ou alguém que tenha capacidade em portar jogos nativos do Windows para plataforma Linux.

Será que dessa vez finalmente veremos jogos de nome rodando nativamente em nossa querida plataforma?

Dê a sua opinião.

 

Fonte OMG! Ubuntu

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Star Trek Online já pode ser jogado gratuitamente

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Olá Trekkers! Demorou um pouco, mas a partir de hoje todos os fãs do Star Trek poderão se aventurar gratuitamente pelo universo da franquia no MMO criado pela Cryptic Studios.

Dessa forma, aqueles que não quiserem gastar com o jogo terão acesso a todas as características da produção, como batalhas contra outros jogadores, evoluir seu personagem até o nível máximo (25) ou a possibilidade de termos nossa própria nave e comandarmos uma tripulação.

Porém, o jogo ainda terá uma modalidade paga, cuja mensalidade custará US$ 14,99 e dará algumas vantagens, como uma espaço adicional para a criação de personagens, a possibilidade de carregar mais itens e acesso ilimitado ao chat do jogo, troca de emails ou fórum.

Você já deve estar acostumado a me ver falar que irei dar uma chance a algum MMO sempre que eles se tornam gratuitos, mas com o Star Trek Online acho que não farei isso. Ele me parece ser um título voltado principalmente aos fãs da franquia, algo que nunca fui (sempre gostei mais do Star Wars) e a recepção da crítica também não ajuda. Talvez o pessoal que gosta do Star Trek encontre no jogo alguma diversão, mas acho que não será o meu caso.



LG lançará TVs com games pela nuvem

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Durante a edição da CES 2011, o OnLive anunciou uma parceria com a VIZIO para distribuir seus jogos através das TVs da companhia e agora ficamos sabendo que uma fabricante mais acessível para nós fará algo semelhante, mas com o Gaikai.

A LG aproveitou a edição deste ano da feira que acontece em Las Vegas para anunciar que os modelos da sua linha Cinema 3D lançados em 2012 poderão reproduzir os jogos distribuídos pelo serviço concorrente do OnLive, algo que deverá ajudar-lhes a vender várias unidades e que deixou empolgado Taeg Il Cho, vice-presidente da divisão responsável pelos televisores da empresa sul-coreana:

Nos preocupamos muito em entregar o melhor conteúdo possível e a maioria das experiências premium aos nossos valiosos consumidores. A habilidade de termos pela nuvem jogos premiados que rodam em hardware mais poderosos como o Playstation 3 ou Xbox 360 faz disso um aspecto essencial para as nossas televisões e dispositivos futuros,” declarou o executivo.

Com isso a LG pretende fazer com que a plataforma oferecida pelo Gaikai seja adicionada ao seu portal de jogos que estará disponível junto com uma série de outros aplicativos disponíveis em suas Smart Tvs, reforçando a ideia de que foi-se o tempo em que precisávamos de um console ou mesmo um computador para termos acesso a jogos complexos.

Para nós brasileiros, só tem um problema nisso tudo, mesmo que os modelos vendidos por aqui venham com o serviço, ele ainda não está disponível no nosso país, portanto ainda deverá demorar um bom tempo até podermos aproveitá-lo.

Se quiser uma demonstração do Gaikai rodando em uma dessas TVs, dê uma olhada no vídeo a seguir.

[via Press Release]



Razer anuncia tablet com dois analógicos

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A Razer, famosa fabricante de acessórios como mouse e teclados, aproveitou a CES para anunciar o Project Fiona, um tablet voltado para gamers que promete rodar quase tudo o que existe para PC. Para que isso seja possível, o aparelho virá com um processador Intel Core i7 e trará dois controles presos nas laterais, bastante parecidos com o PlayStation Move.

O tablet terá tela sensível ao toque de 10 polegadas, capaz de exibir imagens com 1280×800 pixels de resolução e para deixar a experiência ainda mais interessante, ele ainda será capaz de gerar som Dolby 7.1 certificado pela THX, além de contar com force feedback e acelerômetros que poderão ser utilizados em alguns jogos.

Como pode ser visto nas imagens abaixo, o design do portátil não é a sua principal qualidade, mas a Razer garante que esta não será a versão final, que deverá chegar ao mercado no último trimestre deste ano e se você ficou interessado, é bom preparar o bolso pois embora eles tenham dito que o Project Fiona custará menos que 1000 dólares, não é de se duvidar que isso signifique um preço final de US$ 999, ou perto disso.

A minha dúvida é, será que vale a pena adquirir uma plataforma para jogos como essa ou você prefere investir pesado num PC mais poderoso?

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[via Game|Life]